ANGOLA conquista a 115ª posição no Ranking Global de Ecossistemas de Startups 2021

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Ocupando a 115ª posição a nível global, 4ª a nível da Lusofonia e 2ª a nível dos PALOP, pela primeira vez, o ecossistema de startup de Angola entra para o maior ranking mundial de ecossistemas de Startups (Global Startup Ecosystem Index). Este relatório anual abrange 1.000 cidades e mais de 100 países de várias regiões do mundo.

Lançado em 2017, este Relatório Global de Ecossistemas de Startups é o mais abrangente do mundo, e classifica mais de 70.000 Startups, mais de 1.900 Espaços de Coworking, mais de 578 Aceleradoras, mais de 200 Líderes, e mais de 790 Organizações, de 1.000 cidades e mais de 100 países. Lido por centenas de milhares de decisores (policy makers) em todo o mundo, e com centenas de menções na imprensa mundial, o relatório global tem como objectivo fornecer informações gratuitas de qualidade para fundadores de startups, para que eles possam tomar decisões inteligentes sobre a realocação e o lugar certo para construir sua startup, bem como dar-lhes visibilidade e atrair actores relevantes para dentro desses ecossistemas. No continente africano, os países que marcam presença no TOP 100 são a África do Sul (48ª a nível global), Kénia (61ª a nível global), Nigéria (63ª a nível global), Ruanda (69ª a nível global), Egipto (70ª a nível global), Maurícias (73ª a nível global), Cabo Verde (87ª a nível global), Somália (94ª a nível global), Marrocos (95ª a nível global), Uganda (97ª a nível global), Namíbia (99ª a nível global) e Etiópia (100ª a nível global) que também estreiam-se nesta edição.

A nível da classificação das cidades, Luanda ocupa a posição 952ª a nível global (das 1.000 cidades mapeadas), com score total de 0,109 (o primeiro no ranking é os EUA com um score total de 124.420). O ranking é construindo mediante o score total obtido pelo país/cidade, que resulta da soma de três critérios, nomeadamente: (a) score a nível quantitativo (que combina diferentes métricas, entre elas: o número de Startups, Espaços de Coworking, Aceleradoras, etc, necessários para estabelecer um nível de actividade do ecossistema); (b) score a nível qualitativo (que resulta de diferentes parâmetros, entre eles: a análise da tração das Startups de topo do ecossistema, uma análise das entidades produzidas pelo ecossistema, tais como: Unicorns, Exits e Panthoes); e c) score a nível de negócios (uma combinação de indicadores económicos e de negócios do país descontado para cada cidade que não atinge os níveis críticos nos dois scores anteriores – quantitativo e qualitativo).

Parabenizamos todos os actores que mantêm o ecossistema activo, nomeadamente, os empreendedores, as aceleradoras, as incubadoras, os mentores/especialistas, os sponsors de iniciativas do ecossistema, entre outros. Como Ecosystem Partner em Angola deste Relatório, o Angola Innovation Summit (AiS), congratula-se por ter contribuído activamente para este feito, dando visibilidade internacional ao ecossistema de startups de Angola.

Em 2021, ambicionamos ver Angola no TOP 100. Para ler o relatório completo clique aqui.

 

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